quinta-feira, junho 29, 2006

Livro do Circo

O nosso livro era o livro do circo o qual era composto pela mulher gigante, o apresentador, o mimo, a bailarina e os palhaços (palhaço e sua partner).

O problema existente nesse livro era o facto do nariz (batatinha) do palhaço ter desaparecido e sem ela ele não conseguia tocar o seu belo instrumento. Uma vez que os palhaços e as restantes personagens do circo quando não estão caracterizados são pessoas normais. Sendo o circo o seu local de trabalho e o papel que encarnam corresponde à sua profissão.
As crianças ao chegarem ao livro do circo deparavam-se com uma malabarista gigante, que lhes explicava que tinham ao mundo mágico do circo. Apresentava-se como malabarista gigante, perguntando às crianças o que era ser gigante. De seguida informava-as de que existiam dentro do circo mais estrelas, incentivando-as a chama-las.

Ao chamarem pelas estrelas do circo aparecia um apresentador bastante animado e entusiasmado pelo seu trabalho. Este referia as personagens ou as estrelas existentes no circo. Pedia às crianças que o ajudassem a chamar pelo mimo.
O mimo surgia com um ar muito tímido espreitando através da “porta” da tenda circense. A sua timidez ia-se desvanecendo, enquanto realizava brincadeiras com as crianças servindo-se da sua expressão corporal. Ora imitava as crianças ora imitava as outras personagens.

O apresentador anunciava a entrada da bailarina, esta entrava em cena acompanhada pela sua corda mágica, fazia umas piruetas, a roda das mãos, e bailava com as crianças.
Posteriormente, o apresentador perguntava às crianças quais eram as personagens que faltavam no circo e elas claramente referiam “os palhaços”.
Surgia assim o palhaço muito triste a chorar que tinha perdido a sua batatinha, a sua partner explicava às crianças o sucedido e ambos juntamente com o mimo procuravam a “batatinha mágica”, interagindo com as crianças.
A batatinha surgia no nariz da mulher gigante, no entanto a culpa não era dela. A bailarina comentava com as crianças o que se tinha passado e como a tal personagem tinha deixado o circo revirado assim como os outros livros. Ao mesmo tempo que a bailarina explicava era acompanhada pelo palhaço e pela sua partener que repetiam em coro as ideias principais dando a ilusão e a brincadeira do circo, o mimo também imitava a bailarina nos seus gestos.

A bailarina referia que o mimo tinha encontrado algo e ele retirava da sua luva cartas, que constituíam pistas para colocar na caixa que as crianças traziam para colocar as suas pistas.

Malabarista gigante: Marta Santos da turma B
Apresentador: Lara Canotilho, da turma A
Mimo: Lúcia Barbosa, da turma A
Bailarina: Vera Alberto, turma A
Palhaços:Daniela Marado e Sílvia de Sousa, turma A

Livro das Danças

A nossa estação na Biblioteca Mágica dos Jardins Encantados intitulava-se “Mundo das Danças”. Nesta estação o objectivo principal era ensinar às crianças diferentes tipos de dança, sendo estes o ballet, a dança do ventre, anos 60, hip hop e disco.


Cada dança era representada por um dos elementos do grupo e encontrava-se ilustrada num dos diferentes cartazes.
Aquando da chegada das crianças à nossa estação, uma de nós recebia o grupo, explicando que o livro do mundo das danças estava estragado pois alguém passou por lá e provocou estragos na caixinha da música, para que ela funcionasse as crianças teriam de dar corda à bailarina. Neste sentido, solicitávamos a uma das crianças que fosse dar corda à bailarina e deste modo as restantes podiam dançar.


Cada elemento do grupo dançava uma parte da música que representava e no final as crianças escolhiam a dança que mais tinham gostado. A dança mais escolhida era repetida dançando também as crianças.

Em cada estação era fornecida às crianças uma pista, no nosso caso tratava-se de purpurinas.

O grupo considera que este projecto foi uma mais valia na nossa formação enquanto futuras educadoras de infância, além de nos permitir perceber a enorme capacidade que as crianças têm de adquirir diversos conhecimentos acerca das diferentes danças e representá-las.

Elisabete Pinto, Vera Cardoso, Joana Silvestre, Helena Oliveira, Marisa Moreira.

Livro do Ambiente

A estação teve como tema o ambiente. Para abordar pedagógica e ludicamente este tema o nosso grupo optou por criar uma floresta encantada, com uma entrada secreta.

Inicialmente, cada uma de nós estava disfarçada de um contentor, como éramos cinco elementos a cada um foi correspondido um contentor e sua respectiva cor (ecoponto azul, verde e amarelo, pilhão e lixo comum).

As crianças chegavam à nossa estação e eram recebidas por uma personagem (pilhão) que fazia a apresentação da estação, comunicando às crianças o problema daquele livro. De seguida, encaminhava-as para o interior do livro.
Depois da passagem, encontravam uma floresta encantada onde tudo era muito colorido! Neste espaço, as personagens faziam a sua respectiva apresentação e questionavam as crianças sobre o que se colocava em cada ecoponto.
Posteriormente, cantávamos uma canção que incentivava à preocupação com o ambiente e à responsabilização de cada um pelo que é de todos. Pedíamos às crianças para dançar e bater palmas, acompanhando-nos.
Finalizada a canção, era proposta às crianças a realização de um jogo, neste as crianças tinham que colocar o lixo que estava espalhado no chão nos contentores correctos.

Enquanto as crianças executavam a actividade os contentores interagiram com as crianças, incentivando, agradecendo, orientando. No meio do lixo encontrava-se uma pista!... Um lenço. De quem seria?...

Os contentores despediram-se das crianças e estas saíram do livro.

Ana Alves nº 2032; Ana Marques nº 1779; Anabela Fonseca nº1140; Dione Soares nº 1150
Patrícia Santos nº 2005

Contos tradicionais

O nosso livro era o dos “Contos Tradicionais”, tendo personagens de histórias largamente conhecidas pelas crianças: a Branca de Neve e um dos anões, a Gata Borralheira, a Rapunzel, o Pinóquio e o seu pai Gepeto.


Depois de chegarem à nossa estação, as crianças colocavam as pistas sobre a personagem que tinha provocado o caos na biblioteca dentro de uma caixa. Dizendo as palavras mágicas (abracadabra, pé de cabra, com muita alegria e muita magia, plim), saía dentro da caixa a dita personagem, que era o Mágico.


Ao sair da caixa, vendo-se apanhado pelas crianças que tinham conseguido decifrar as pistas que deixara, o Mágico mostrava-se muito arrependido por tudo o que fizera e, para pedir desculpa pelo seu mau comportamento, dizia às crianças que lhes ia contar uma história. E podiam ser elas a escolher ! Apresentava quatro cartas com a imagem das personagens, anteriormente referidas, e perguntava às crianças que história queriam.

Escolhida a personagem, as crianças chamavam por esta, e quando esta aparecia iniciava a história que terminava no lanche com as restantes personagens, crianças e mágico. A história de cada personagem consistia em convidar as outras personagens para lanchar.


Inicialmente estávamos com receio da reacção das crianças, pois tínhamos a ideia que iria ser confuso para elas. No entanto, este trabalho superou as nossas expectativas, as crianças aderiram facilmente, sendo uma experiência gratificante e enriquecedora.


Desta forma, esperamos ter atingido as expectativas dos docentes, ter agradado à crianças e aos adultos que nos visitaram. Agradecemos a colaboração dos professores e ao nosso colega do 1º ciclo, o Rui, que gentilmente fez a personagem de Mágico.

Alexandra Silva, Ana Gonçalves, Carina Silva, Cidália Santos, Marina Vala, Soraia Vieira