sexta-feira, julho 28, 2006

O início

No dia 27 de Junho, as duas turmas do 3.º ano da Licenciatura em Educação de Infância do Pólo de Lamego da Escola Superior de Educação de Viseu organizaram uma iniciativa de dinamização do Parque Isidoro Guedes para mais de 450 crianças dos jardins-de-infância com que a escola colabora no âmbito das disciplinas de prática pedagógica.

A criação deste blog pretende dar espaço e divulgação às recordações desse dia e dos anteriores em que a preparação exaustiva da festa nos ocupou.



É já tradição da nossa escola organizar todos os anos os "Jardins Encantados", forma de nos despedirmos das crianças com quem trabalhámos ao longo do ano. Este ano, decidimos criar uma biblioteca mágica para os JI visitarem. Cheia de livros maravilhosos, a nossa biblioteca foi alvo de travessuras de uma personagem misteriosa que virou os livros do avesso! Instrumentos que não tocam, cientistas que perderam as suas notas, bailarinas que estão sem corda, ... Tantos problemas que as bibliotecárias não conseguem dar conta do recado! Pedem ajuda às crianças que, não só põe tudo a funcionar novamente, como encontram pista que lhes permitem identificar o brincalhão que tantos estragos fez!

Mais pormenores, post a post!

(obrigada à Brisa pela ideia de usar o slide)

quinta-feira, julho 27, 2006

Bibliotecárias

As nossas personagens tinham como função explicar às crianças o que tinha acontecido na biblioteca. Explicávamos às crianças que alguém tinha deixado a biblioteca de pernas para o ar, tinha deixado os livros todos espalhados no chão, estava tudo desarrumado.

Depois pedíamos às crianças se nos podiam ajudar a arrumar a biblioteca e a encontrar quem é que tinha andado a fazer aquelas diabruras. Para isso teríamos de descobrir as pistas que este tinha deixado dos diferentes livros. Como eram muitas pistas, escolhíamos uma criança para as ir guardando numa caixa mágica.

E assim começava a aventura...

Quando chegávamos ao último livro, o livro do Contos Tradicionais, em conjunto com as crianças, víamos que pistas a personagem misteriosa tinha deixado em cada livro.

As crianças tentavam adivinhar quem seria e depois as pistas eram colocadas dentro da caixa mágica. Depois de colocarmos as pistas dentro da caixa tínhamos de dizer as palavras mágicas para que esta funcionasse que eram “ Abracadabra, pé de cabra! Com muita alegria e muita magia, Plim!”.

Quando acabávamos de dizer as palavras mágicas saía da caixa um Mágico! Por fim, o Mágico dizia às crianças que estava muito arrependido por ter desarrumado a biblioteca e agradecia-lhes por terem ajudado as bibliotecárias a arrumar a biblioteca.

No final distribuíamos o lanche com a ajuda das personagens das várias histórias.

Na nossa opinião, a Biblioteca Mágica dos Jardins Encantados 2006 superou as nossas expectativas, uma vez que as crianças aderiram activamente a todas as actividades e mostraram-se bastante entusiasmadas com tudo o que viram. Conseguimos proporcionar um dia de euforia e magia a todas estas crianças.

---------------------------------------------------------------------------------------------

Material Utilizado:
Papiro:
- Papel de Cenário;
- Ripinhas de Madeira;
- Caneta de filtro castanha;
- Isqueiro.

Descrição: O papiro foi colocado na camisola onde estava escrito a seguinte frase “ era uma vez…”.

Vestuário: Corsários pretos com tule em forma de balão. A camisola, também, era preta e as mangas eram em balão de tule da mesma cor que os corsários. A cada bibliotecária correspondia uma cor diferente.

Entrada:
- Madeira;
- Plástico castanho;
- Fita-cola;
- Fio;
- Papel autocolante de várias cores.

Descrição: Com este material foram feitos dois livros “mágicos”. O objectivo destes livros era dar a ideia de que as crianças entravam dentro do livro e, assim, ter acesso à Biblioteca Mágica.

Susana Bastos, Paula Madureira, Daniela Castro, Ana Sara Carvalho, Cristina Jerónimo, Sandra Rego, Carla Oliveira, Carla Conceição

quarta-feira, julho 26, 2006

Livro da Música

Para a concretização dos jardins encantados, o nosso grupo constituído pela Maira Nolasco, Andreia Cabral, Sónia Rodrigues e Ana Henriques escolheu fazer o livro da música. Este consistia num livro onde tínhamos numa mesa 36 instrumentos musicais, elaborados por nós utilizando na sua maioria materiais recicláveis. Estes instrumentos eram o reco - reco (feito com garrafas de plástico e paus de gelado), os sinos (feitos com vasos de barro, lápis de cor e bolas de madeira), as maracas (feitas com copos de iogurte e arroz) e por último o tambor (vaso de barro, balões e baquetas).


O nosso livro estava numa tenda e decorado com cartolinas onde se encontravam notas musicais, claves de sol, entre outros desenhos de música, tínhamos também uma cartolina que dizia LIVRO DA MÚSICA.

Nós fomos vestidas de instrumentos musicais, os mesmos que fizemos para as crianças tocarem quando estivessem neste livro. Os fatos foram feitos de esponja e pintados com spray de diferentes cores, estes instrumentos eram o reco – reco, o sino, as maracas e o tambor.

Sempre que chegava um grupo de crianças, nós identificávamo-nos e identificávamos o livro, dizíamos às crianças que alguém passou pelo nosso livro e estragou os instrumentos, pois estes não tocavam...


Em cima da mesa encontravam-se os instrumentos musicais feitos por nós e uma caixa, esta era uma caixa especial, onde colocávamos um instrumento que não tocava e com a ajuda das crianças, diziamos umas palavras mágicas e os instrumentos começavam a tocar. As palavras mágicas eram “nota notinha dá som à nossa musiquinha”.


Depois disto, os instrumentos eram distribuídos por cada criança e tocávamos e cantávamos uma canção, esta era “Eu perdi o dó da minha viola”. Após cantarmos e tocarmos esta música, as crianças escolhiam outras músicas que queriam cantar e tocar.

No fim de se cantar, perguntávamos às crianças se elas andavam à procura de alguma coisa, estas respondiam que sim, que estavam à procura de pistas para descobrirem quem estragou os livros da biblioteca encantada. Então nós pedíamos a estas para procurarem algo que lhes parecesse uma pista. A nossa pista era a cartola do mágico. Todos os grupos de crianças conseguiram descobrir qual era a pista que lhes tínhamos para dar.

Depois de cada grupo colocar a sua pista na caixa, despedíamo-nos desejando boa sorte para a descoberta da pessoa que estragou os livros.


O material que utilizámos para a realização do nosso livro foi: esponjas; cola; sprays; garrafas de plástico; copos de iogurtes; arroz; vasos de barro; lápis de cor; bolas de madeira; balões e cartolinas.


Andreia Cabral n.º 1390, Ana Henriques n.º 2029, Maira Nolasco n.º 1057, Sónia Rodrigues n.º 1152

sexta-feira, julho 21, 2006

Livro da Ciência Mágica

O nosso livro, denominado por "Ciência Mágica", teve como principal objectivo apresentar de forma lúdica e bastante animada três experiências, nas quais a participação das crianças era essencial.

Teve a participação de 6 personagens, cada uma com uma função e características diferentes, essenciais para a realização das actividades.


Passamos à identificação de cada uma delas:

Visitante (Cláudia Neves) - Tinha como função receber as crianças, juntamente com o chefe, e colocar questões aos cientistas sempre que necessário para que as crianças compreendessem melhor as experiências apresentadas. No final, mostrava o objecto encontrado (varinha mágica) e perguntava a quem pertenceria aquele objecto.

Chefe (Adelaide Pinto) - Esta personagem estava encarregue de apresentar o livro, o problema causado pela personagem que havia fugido do livro e os cientistas do seu laboratório. Ao longo das experiências, vigiava e tentava manter a ordem no local.

Cientista estagiário (Cristiana Molho) - Amigo do visitante, apresentava o laboratório e explicava para que serve. Era o primeiro cientista a apresentar a sua experiência, era inexperiente e por isso a sua experiência não tinha bons resultados.

Cientista "certinho" (Ana Ferreira) - Cientista mais experiente do laboratório, gabava-se de ser o melhor e criticava as experiências dos outros, como sendo pouco interessantes e ineficazes. Contudo, a sua experiência era considerada por todos a menos interessante e aborrecida! Contava com a participação das crianças para denominarem quais os objectos que flutuam e os que não flutuam.

Cientista "maluco" (Patrícia Marques) - Cientista que interveio ao longo das actividades, interrompendo as outras personagens para demonstrar um pouco da sua graça. Era cómico e dizia bastantes piadas, apresentando a sua experiência de forma cómica. Aproveitava todas as oportunidades para fazer rir as crianças.

Ajudante (Sónia Oliveira) - Tinha como função ajudar os cientistas entregando os objectos necessários. Ao longo das experiências explicava os materiais e objectos utilizados, após ter perguntado se as crianças sabiam o que era.

As experiências escolhidas por nós, com a ajuda do Professor Fernando Figueiredo, a quem agradecemos o contributo, eram simples, percebiam-se facilmente e eram cativantes:

A primeira denominada por "saltitona", era realizada através dos seguintes materiais: água com gás, pastilhas elásticas e um copo. O resultado desta experiência é a pastilha saltar conforme as bolhinhas de gás.
A segunda experiência era denominada por "objectos que flutuam e objectos que não flutuam". A ideia era diferenciar quais os objectos que flutuam e os que não e de seguida comprovar através da colocação dos vários materiais num recepiente com água.
A terceira experiência denominada por "explosão de cores", tinha como materiais: um prato com leite, diferentes corantes alimentares, líquido da loiça e um palito, aos misturarmos estes materiais com a ajuda do palito, o resultado é um magnífico efeito colorido, sem que as cores se misturem.
A realização deste livro foi bastante gratificante, e o resultado ainda mais, as crianças divertiram-se imenso e nós também ao interpretarmos as personagens.


Adelaide Pinto, Ana Ferreira, Cláudia Neves, Cristiana Molho, Patrícia Marques, Sónia Oliveira

segunda-feira, julho 17, 2006

As Bruxinhas Encantadas


“As Bruxinhas” estavam vestidas com um vestido de fundo preto, forrado com tule roxo e cor-de-rosa e um chapéus bicudos. Estas tinham como função ocupar os grupos de crianças quando as estações estavam todas ocupadas, imprimindo animação ao evento e permitindo um trabalho em grande grupo que ocupava o relvado da Alameda.

A animação começava com a apresentação das personagens: as bruxas Ta, Te e Ti. De seguida, explicávamos às crianças que tínhamos saltado de um livro de histórias para conhecer o mundo lá fora e fazer muitos amigos. Contentes por encontrarmos tana gente, perguntávamos às crianças se queriam brincar.

As brincadeiras eram diversas: Jogos, Músicas, lengalengas, Ginástica, Mímica entre outros que foram surgindo (improvisação).

Concluímos que este projecto contribuiu bastante para a nossa experiência como futuras profissionais em Educação de Infância.

quinta-feira, junho 29, 2006

Livro do Circo

O nosso livro era o livro do circo o qual era composto pela mulher gigante, o apresentador, o mimo, a bailarina e os palhaços (palhaço e sua partner).

O problema existente nesse livro era o facto do nariz (batatinha) do palhaço ter desaparecido e sem ela ele não conseguia tocar o seu belo instrumento. Uma vez que os palhaços e as restantes personagens do circo quando não estão caracterizados são pessoas normais. Sendo o circo o seu local de trabalho e o papel que encarnam corresponde à sua profissão.
As crianças ao chegarem ao livro do circo deparavam-se com uma malabarista gigante, que lhes explicava que tinham ao mundo mágico do circo. Apresentava-se como malabarista gigante, perguntando às crianças o que era ser gigante. De seguida informava-as de que existiam dentro do circo mais estrelas, incentivando-as a chama-las.

Ao chamarem pelas estrelas do circo aparecia um apresentador bastante animado e entusiasmado pelo seu trabalho. Este referia as personagens ou as estrelas existentes no circo. Pedia às crianças que o ajudassem a chamar pelo mimo.
O mimo surgia com um ar muito tímido espreitando através da “porta” da tenda circense. A sua timidez ia-se desvanecendo, enquanto realizava brincadeiras com as crianças servindo-se da sua expressão corporal. Ora imitava as crianças ora imitava as outras personagens.

O apresentador anunciava a entrada da bailarina, esta entrava em cena acompanhada pela sua corda mágica, fazia umas piruetas, a roda das mãos, e bailava com as crianças.
Posteriormente, o apresentador perguntava às crianças quais eram as personagens que faltavam no circo e elas claramente referiam “os palhaços”.
Surgia assim o palhaço muito triste a chorar que tinha perdido a sua batatinha, a sua partner explicava às crianças o sucedido e ambos juntamente com o mimo procuravam a “batatinha mágica”, interagindo com as crianças.
A batatinha surgia no nariz da mulher gigante, no entanto a culpa não era dela. A bailarina comentava com as crianças o que se tinha passado e como a tal personagem tinha deixado o circo revirado assim como os outros livros. Ao mesmo tempo que a bailarina explicava era acompanhada pelo palhaço e pela sua partener que repetiam em coro as ideias principais dando a ilusão e a brincadeira do circo, o mimo também imitava a bailarina nos seus gestos.

A bailarina referia que o mimo tinha encontrado algo e ele retirava da sua luva cartas, que constituíam pistas para colocar na caixa que as crianças traziam para colocar as suas pistas.

Malabarista gigante: Marta Santos da turma B
Apresentador: Lara Canotilho, da turma A
Mimo: Lúcia Barbosa, da turma A
Bailarina: Vera Alberto, turma A
Palhaços:Daniela Marado e Sílvia de Sousa, turma A

Livro das Danças

A nossa estação na Biblioteca Mágica dos Jardins Encantados intitulava-se “Mundo das Danças”. Nesta estação o objectivo principal era ensinar às crianças diferentes tipos de dança, sendo estes o ballet, a dança do ventre, anos 60, hip hop e disco.


Cada dança era representada por um dos elementos do grupo e encontrava-se ilustrada num dos diferentes cartazes.
Aquando da chegada das crianças à nossa estação, uma de nós recebia o grupo, explicando que o livro do mundo das danças estava estragado pois alguém passou por lá e provocou estragos na caixinha da música, para que ela funcionasse as crianças teriam de dar corda à bailarina. Neste sentido, solicitávamos a uma das crianças que fosse dar corda à bailarina e deste modo as restantes podiam dançar.


Cada elemento do grupo dançava uma parte da música que representava e no final as crianças escolhiam a dança que mais tinham gostado. A dança mais escolhida era repetida dançando também as crianças.

Em cada estação era fornecida às crianças uma pista, no nosso caso tratava-se de purpurinas.

O grupo considera que este projecto foi uma mais valia na nossa formação enquanto futuras educadoras de infância, além de nos permitir perceber a enorme capacidade que as crianças têm de adquirir diversos conhecimentos acerca das diferentes danças e representá-las.

Elisabete Pinto, Vera Cardoso, Joana Silvestre, Helena Oliveira, Marisa Moreira.

Livro do Ambiente

A estação teve como tema o ambiente. Para abordar pedagógica e ludicamente este tema o nosso grupo optou por criar uma floresta encantada, com uma entrada secreta.

Inicialmente, cada uma de nós estava disfarçada de um contentor, como éramos cinco elementos a cada um foi correspondido um contentor e sua respectiva cor (ecoponto azul, verde e amarelo, pilhão e lixo comum).

As crianças chegavam à nossa estação e eram recebidas por uma personagem (pilhão) que fazia a apresentação da estação, comunicando às crianças o problema daquele livro. De seguida, encaminhava-as para o interior do livro.
Depois da passagem, encontravam uma floresta encantada onde tudo era muito colorido! Neste espaço, as personagens faziam a sua respectiva apresentação e questionavam as crianças sobre o que se colocava em cada ecoponto.
Posteriormente, cantávamos uma canção que incentivava à preocupação com o ambiente e à responsabilização de cada um pelo que é de todos. Pedíamos às crianças para dançar e bater palmas, acompanhando-nos.
Finalizada a canção, era proposta às crianças a realização de um jogo, neste as crianças tinham que colocar o lixo que estava espalhado no chão nos contentores correctos.

Enquanto as crianças executavam a actividade os contentores interagiram com as crianças, incentivando, agradecendo, orientando. No meio do lixo encontrava-se uma pista!... Um lenço. De quem seria?...

Os contentores despediram-se das crianças e estas saíram do livro.

Ana Alves nº 2032; Ana Marques nº 1779; Anabela Fonseca nº1140; Dione Soares nº 1150
Patrícia Santos nº 2005

Contos tradicionais

O nosso livro era o dos “Contos Tradicionais”, tendo personagens de histórias largamente conhecidas pelas crianças: a Branca de Neve e um dos anões, a Gata Borralheira, a Rapunzel, o Pinóquio e o seu pai Gepeto.


Depois de chegarem à nossa estação, as crianças colocavam as pistas sobre a personagem que tinha provocado o caos na biblioteca dentro de uma caixa. Dizendo as palavras mágicas (abracadabra, pé de cabra, com muita alegria e muita magia, plim), saía dentro da caixa a dita personagem, que era o Mágico.


Ao sair da caixa, vendo-se apanhado pelas crianças que tinham conseguido decifrar as pistas que deixara, o Mágico mostrava-se muito arrependido por tudo o que fizera e, para pedir desculpa pelo seu mau comportamento, dizia às crianças que lhes ia contar uma história. E podiam ser elas a escolher ! Apresentava quatro cartas com a imagem das personagens, anteriormente referidas, e perguntava às crianças que história queriam.

Escolhida a personagem, as crianças chamavam por esta, e quando esta aparecia iniciava a história que terminava no lanche com as restantes personagens, crianças e mágico. A história de cada personagem consistia em convidar as outras personagens para lanchar.


Inicialmente estávamos com receio da reacção das crianças, pois tínhamos a ideia que iria ser confuso para elas. No entanto, este trabalho superou as nossas expectativas, as crianças aderiram facilmente, sendo uma experiência gratificante e enriquecedora.


Desta forma, esperamos ter atingido as expectativas dos docentes, ter agradado à crianças e aos adultos que nos visitaram. Agradecemos a colaboração dos professores e ao nosso colega do 1º ciclo, o Rui, que gentilmente fez a personagem de Mágico.

Alexandra Silva, Ana Gonçalves, Carina Silva, Cidália Santos, Marina Vala, Soraia Vieira